Os computadores têm uma longa história para nos contar e da
primeira geração até hoje grandes mudanças podem ser observadas e inferem em
grandes mudanças na forma com que o usuário tem acesso a esse tipo de aparelho
e a facilidade do seu uso.
Os primeiros computadores datam da década de 60 e seu
tamanho é assustador, já que as primeiras máquinas desenvolvidas precisam de
uma sala inteira para serem guardadas e não tinham um código padrão de
programação.
Dessa forma, eram utilizados para realizar alguns tipos de
cálculos específicos, sendo necessário reprogramar toda a máquina a cada
problema que deveria ser calculado. Para funcionar, essas máquinas utilizavam
grandes válvulas elétricas, que culminavam em superaquecimento e em custos
elevados para manutenção.
A segunda geração vem com a substituição das válvulas para
pequenos transistores. Assim, os computadores da segunda geração chegavam a ser
100 vezes menores que os da primeira, além do que foi incorporado nessas
máquinas um sistema padrão, denominado de Assembly.
Mais tarde a tecnologia teria de se desenvolver para gerar o
que chamamos de miniaturização e circuitos integrados, fazendo com que os
aparelhos disparassem em quesitos de velocidade e eficiência em seu
funcionamento, além do que realizava tarefas em espaços de tempo bem menores.
A partir dai, uma outra mudança muito grande foi a criação
de teclados e monitores, possibilitando a digitação de comandos e a
visualização do funcionamento dos sistema operacionais da época.
No entanto, só com a quarta geração chegamos ao computador
mais ou menos como se conhece hoje em dia. Tudo isso se deu pela criação dos
microprocessadores, que possibilitaram a redução drástica do tamanho,
culminando num passo importante para os computadores pessoais. Dai por diante,
principalmente com o impulso de criação da Apple, os microcomputadores
começaram a ser produzidos e aperfeiçoados até os atuais.





