Os games por muito tempo foram condenados e vistos apenas como uma forma de entretenimento ou de estímulo para atos de violência, principalmente quando se pensa no índice de jogos com alto nível de violência que se tem acesso por ai e no apelo que a mídia faz quando acontece algum tipo de atentado que envolva algum jovem com a utilização dos jogos para videogames e suas interferências no comportamento dos jovens.
Entretanto, há atualmente uma forte tendência contra o
pensamento retrógrado dos jogos, que se utiliza de dados e estatísticas para
provar que esse modo de entretenimento traz consigo uma serie de vantagens que
pode ser aplicadas e utilizadas para o aprendizado e desenvolvimento cognitivo
de crianças e jovens.
Games ganham espaço no âmbito escolar!
Sob essa perspectiva, alguns games já têm sido implantados e
utilizados dentro do ambiente escolar, além de receber recomendações por parte
de educadores. Dessa forma, é perceptível que a indústria vem investindo no
desenvolvimento de novas plataformas capazes de propiciar atividade física e
mental, sem com que a criança se sinta pressiona e consiga aprender de forma
livre e bastante espontânea.
Dentro do ambiente escolar é preciso que se tenha imaginação
e que se criem métodos para ampliar o campo de ensino e propiciar um maior
interesse por parte dos alunos, para que se torne mais divertido e tranquilo,
sem as regras fixas e hierarquizadas da escola. Assim, já existem alguns jogos
considerados educativos e que podem ser utilizados nesses tipos de dinâmicas.
O Little big planet é um deles e traz uma interface onde
envolve lógica a alguns pontos de programação e engenharia, já que você mesmo
cria seu jogo. O Smarty Pants é ótimo para aprofundar a linguagem e os
treinamentos em inglês, com perguntas e respostas de temas variados, enquanto o
uDraw Studio desenvolve o espírito artístico.






